O processo de trabalho no 3T é baseado na performance solo.
Como existem muitas modalidades distintas, especifico que o solo que utilizamos é aquele no qual o ator acumula todas as etapas criativas do que deseja apresentar ou vivenciar, seja no palco ou no set terapêutico.
Chamarei de ator/criante para indicar que o processo metodológico é o mesmo tanto quando o objetivo é a criação de uma performance para ser apresentada a um público com busca profissionalizada, quanto quando o objetivo é o auto conhecimento e a terapia. Nos dois casos é o ator/criante que escreve seu próprio texto, dirige, pensa uma trilha sonora, uma cenografia ou ambientação, um ou mais figurinos colocando várias de suas faces criativas em ação num sentido ao mesmo tempo único e múltiplo.
As vivências em grupo são cuidadosamente individualizadas. O ator/criante quando trabalha no coletivo, habitua-se a assistir seus parceiros de trabalho e a ser assistido pelos demais.
Quando o trabalho é individual é a arteterapeuta que faz esse papel; ora de apresentar uma cena para o criante e ora assistindo a cena do mesmo.
Desse resumo podemos perceber muitos conceitos debatidos ao longo de cada experiência.
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